domingo, 5 de setembro de 2010
L.Sérgio
Amigo Ricardo,
Nossa vida, neste mundo, nos leva à aquisição de dotes materiais, intelectuais e morais.
Aproveite cada instante, cada oportunidade.
Abraço dos amigos L.Sérgio e Elsa 04/09/2010
Mandinha
Era uma vez um cocheiro que dirigia uma carroça cheia de abóboras.
A cada solavanco da carroça, ele olhava para trás e via que as abóboras estavam todas desarrumadas.
Então ele parava, descia e colocava-as novamente no lugar.
Mal reiniciava sua viagem, lá vinha outro solavanco e... Tudo se desarrumava de novo.
Então ele começou a desanimar e pensou:
"Jamais vou conseguir terminar minha viagem! É impossível dirigir nesta estrada de terra, conservando as abóboras arrumadas!".
Enquanto divagava, passou à sua frente outra carroça cheia de abóboras, e ele observou que o cocheiro seguia em frente e nem olhava para trás.
As abóboras que estavam desarrumadas organizavam-se sozinhas no próximo solavanco.
Foi quando ele compreendeu que, se colocasse a carroça em movimento na direção do local onde queria chegar, os próprios solavancos da carroça fariam com que as abóboras se acomodassem em seus devidos lugares.
Tudo se ajeita. Basta continuar caminhando.
sábado, 4 de setembro de 2010
Amigo!
O conhecimento espiritual favorece o encarnado, porque o mantém informado sobre as possibilidades de intercâmbio com o mundo espiritual. Como dissemos, o conhecimento e a compreesão estimulam a fé racional, condição essencial para que o individuo se beneficie com o auxilio do Alto. ''
Luiz Sérgio -
Luiz Sérgio -
Elsa
A palestra hj foi muito legal,.. sentei bem na frente e vi o microfone brilhar e luzes sairem do ombro da nossa querida e fraterna amiga Elsa ,.. obrigdo pela aula ,.. afinal ir para o centro é uma verdadeira escola ,..
Bjss no coração,..
Bjss no coração,..
AmizadeEspiritual!
Angel (Cidade dos Anjos)
Passe todo o seu tempo esperando por aquela segunda possibilidade
Para o intervalo que o fará OK
Há sempre alguma razão para sentir-se não bastante bem
E é difícil no fim do dia
Preciso de alguma distração ou um belo lançamento
As memórias penetram das minhas veias
Deixe-me ser vazio e leve e talvez
Encontrarei um pouco de paz esta noite
Nos braços do Anjo longe daqui
Desta sala de hotel escura, fria, e a infinidade que você teme
Você é puxado do naufrágio do seu devaneio silencioso
Você está nos braços do Anjo;
pode você encontrar um pouco de conforto aqui
Tão cansado da linha direta, e em todo lugar você vira
Há abutres e ladrões nas suas costas
A tempestade continua torcer-se, você continua construindo as mentiras
Que você compense todo de que você necessita
Não faz nenhuma diferença, evitando em uma última vez
É mais fácil acreditar
Nesta loucura doce, oh esta tristeza gloriosa
Isto traz-me aos meus joelhos
Nos braços do Anjo longe daqui
Desta sala de hotel escura, fria, e a infinidade que você teme
Você é puxado do naufrágio do seu devaneio silenciosoNos braços do Anjo;
pode você encontrar um pouco de conforto aqui
Você está nos braços do Anjo;
pode você encontrar um pouco de conforto aqui
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Amandinha
LIVRE-ARBÍTRIO
Poderíamos ter seguido outro roteiro de vida no mundo espiritual? Sim. As oportunidades são muito grandes, à disposição de quem tem vontade e se empenha em progredir. Formei um grupo de amizade muito extenso, mas alguns amigos tomaram novos rumos; uns escolheram proveitosa experiência na carne; outros foram trabalhar e progredir em esferas diferentes. O dinamismo neste mundo que encontrei é notável. Nada pára, nada estaciona, tudo evolui.
Luiz Sérgio - Em Busca da Luz
Poderíamos ter seguido outro roteiro de vida no mundo espiritual? Sim. As oportunidades são muito grandes, à disposição de quem tem vontade e se empenha em progredir. Formei um grupo de amizade muito extenso, mas alguns amigos tomaram novos rumos; uns escolheram proveitosa experiência na carne; outros foram trabalhar e progredir em esferas diferentes. O dinamismo neste mundo que encontrei é notável. Nada pára, nada estaciona, tudo evolui.
Luiz Sérgio - Em Busca da Luz
Em Busca da Luz
Livro de Luiz Sérgio Em Busca da Luz psicografado por ElsaC.
Amigo.
Aproveite o tempo útil e feliz de sua vida para se aprofundar nos "mistérios" da vida.
O estudo e a reflexão conduzem o ser humano à iluminação.
Paz e perseverança!! LuizSérgio.
Amigo.
Aproveite o tempo útil e feliz de sua vida para se aprofundar nos "mistérios" da vida.
O estudo e a reflexão conduzem o ser humano à iluminação.
Paz e perseverança!! LuizSérgio.
Pré-recorde!
A expectativa em torno do sucesso que o filme deve fazer começa com os números obtidos antes mesmo do lançamento. Segundo a Fox, Nosso Lar levou cerca de 21 mil pessoas aos cinemas nas 90 sessões de pré-estreias, realizadas em diferentes localidades.
A história é baseada no best-seller psicografado por Chico Xavier em 1944. O roteiro acompanha o médico André Luiz (interpretado por Renato Prieto), pai de três filhos, que, no início do século 20, morre, acorda em um mundo espiritual e transmite para o autor suas impressões sobre o lugar.
Os produtores não economizaram nos efeitos especiais para mostrar esse universo espiritual. Profissionais de Hollywood foram convocados para ajudar na criação do cenário futurista.
Reforço no elenco
O diretor Wagner de Assis (A Cartomante) conta com nomes conhecidos no elenco de apoio. Fernando Alves Pinto, Rosanne Mulholland, Inez Viana e Werner Schünemann têm papéis na trama, sem contar as participações especiais de Othon Bastos e Paulo Goulart.
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Inez Viana - Narcisa
Inez Viana - Narcisa
Como é seu personagem no filme?
“A minha personagem é a Narcisa. Ela é a enfermeira-chefe do Nosso Lar. Ela já está há
mais de 10 mil horas trabalhando e ela gosta disso, gosta de ajudar os outros, ela se
sente alimentada ajudando o outro. Você tem que se doar, essa é a missão da Narcisa pro filme. Mostrar que quanto mais
você se doa, mais você recebe. Ela tem esse lema na vida dela. Narcisa já poderia ter
reencarnado, mas ela continua ajudando as pessoas.
Quando o André Luiz chega, ele tem uma resistência ao trabalho, porque ele é um
médico e ainda não compreende como funciona o Nosso Lar, não sabe porque ele não
pode tratar as pessoas como ele tratava na Terra. No Nosso Lar é diferente, porque
você tem que se doar, dar para receber.
É basicamente essa a história dela, ela tem esse papel fundamental de mostrar para
ele como funcionam as coisas, de exigir dele que entenda que o funcionamento no
Nosso Lar é diferente do da terra, que os valores são outros. E ele acaba entendendo.”
Como foi trabalhar com a equipe?
“Eu acho as escolhas do Wagner de Assis perfeitas. Quando ele anunciou os nomes eu
achei as escolhas boas, mas eu não tinha a noção real até quando cheguei ao set e vi
os personagens nos atores. Por exemplo, o Renato Prieto é o próprio André Luiz! Não
teria outro ator para fazê-lo. Eu acho que ele imprime, até pelo compromisso que tem
pelo tema, a versão exata do que seria o André Luiz. Fisicamente então é
impressionante, ele ficou muito parecido, se transformou.
O Rodrigo dos Santos, Fernando Alves Pinto, Othon Bastos, Werner Schünemann, Ana
Rosa... Foi muito importante para mim a oportunidade de contracenar com todos
esses atores, porque você sempre ganha alguma coisa com a troca, olhando no olho da
pessoa é que você tira a resposta para o seu personagem.
É uma equipe que eu não tenho nem o que dizer de tantas qualidades, é uma honra
para mim fazer parte dela. E esse comentário é geral, de todos os atores e o resto da
equipe.
Para mim foi uma experiência muito gratificante, eu estou muito feliz com a realização
desse filme e acho que o público vai adorar, mesmo que algumas pessoas não sigam
essa religião (espírita), porque é uma história incrível. Eu acho que o que menos
importa nesse sentido é a religião que você segue. A história é muito comovente.”
Qual é a sua visão acerca do aspecto religioso do Nosso Lar?
“Quando eu fui convidada para fazer Nosso Lar, eu fiquei muito pensativa quanto ao
tema. Não é a minha religião, e todos nós temos muitos preconceitos. A religiosidade é
uma questão muito forte no Brasil e eu fiquei um pouco reticente, como por exemplo
com a possibilidade de ficar estigmatizada por fazer um filme espírita. No entanto,
comparando com “2 Filhos de Francisco”, você não precisa gostar da música do Zezé
de Camargo & Luciano para se emocionar com o filme, como foi o meu caso, eles não
são os meus cantores preferidos, mas eu me envolvi com a história.
Você pode não acreditar em vida após a morte, mas não é só disso que o filme trata,
ele trata de uma questão maior que é como você olha para o próximo, como você
pode, a partir de agora, ter um olhar mais generoso com o outro em meio a estes
tempos conturbados. Para mim, foi um trabalho muito gratificante e é quase como se
tivesse quebrado vários tabus. Eu fui surpreendida, e acho que isso vai acontecer com
as pessoas também. Para mim, o Nosso Lar é um marco para o cinema por esse envolvimento e por essa
seriedade com que o tema está sendo tratado. O filme toca mesmo quem não é
espírita, eu não sou espírita, e eu fiquei completamente tomada pela história desse
homem e pelo que significou Chico Xavier, independente de qualquer religião, ele foi
uma pessoa iluminada.”
Como é seu personagem no filme?
“A minha personagem é a Narcisa. Ela é a enfermeira-chefe do Nosso Lar. Ela já está há
mais de 10 mil horas trabalhando e ela gosta disso, gosta de ajudar os outros, ela se
sente alimentada ajudando o outro. Você tem que se doar, essa é a missão da Narcisa pro filme. Mostrar que quanto mais
você se doa, mais você recebe. Ela tem esse lema na vida dela. Narcisa já poderia ter
reencarnado, mas ela continua ajudando as pessoas.
Quando o André Luiz chega, ele tem uma resistência ao trabalho, porque ele é um
médico e ainda não compreende como funciona o Nosso Lar, não sabe porque ele não
pode tratar as pessoas como ele tratava na Terra. No Nosso Lar é diferente, porque
você tem que se doar, dar para receber.
É basicamente essa a história dela, ela tem esse papel fundamental de mostrar para
ele como funcionam as coisas, de exigir dele que entenda que o funcionamento no
Nosso Lar é diferente do da terra, que os valores são outros. E ele acaba entendendo.”
Como foi trabalhar com a equipe?
“Eu acho as escolhas do Wagner de Assis perfeitas. Quando ele anunciou os nomes eu
achei as escolhas boas, mas eu não tinha a noção real até quando cheguei ao set e vi
os personagens nos atores. Por exemplo, o Renato Prieto é o próprio André Luiz! Não
teria outro ator para fazê-lo. Eu acho que ele imprime, até pelo compromisso que tem
pelo tema, a versão exata do que seria o André Luiz. Fisicamente então é
impressionante, ele ficou muito parecido, se transformou.
O Rodrigo dos Santos, Fernando Alves Pinto, Othon Bastos, Werner Schünemann, Ana
Rosa... Foi muito importante para mim a oportunidade de contracenar com todos
esses atores, porque você sempre ganha alguma coisa com a troca, olhando no olho da
pessoa é que você tira a resposta para o seu personagem.
É uma equipe que eu não tenho nem o que dizer de tantas qualidades, é uma honra
para mim fazer parte dela. E esse comentário é geral, de todos os atores e o resto da
equipe.
Para mim foi uma experiência muito gratificante, eu estou muito feliz com a realização
desse filme e acho que o público vai adorar, mesmo que algumas pessoas não sigam
essa religião (espírita), porque é uma história incrível. Eu acho que o que menos
importa nesse sentido é a religião que você segue. A história é muito comovente.”
Qual é a sua visão acerca do aspecto religioso do Nosso Lar?
“Quando eu fui convidada para fazer Nosso Lar, eu fiquei muito pensativa quanto ao
tema. Não é a minha religião, e todos nós temos muitos preconceitos. A religiosidade é
uma questão muito forte no Brasil e eu fiquei um pouco reticente, como por exemplo
com a possibilidade de ficar estigmatizada por fazer um filme espírita. No entanto,
comparando com “2 Filhos de Francisco”, você não precisa gostar da música do Zezé
de Camargo & Luciano para se emocionar com o filme, como foi o meu caso, eles não
são os meus cantores preferidos, mas eu me envolvi com a história.
Você pode não acreditar em vida após a morte, mas não é só disso que o filme trata,
ele trata de uma questão maior que é como você olha para o próximo, como você
pode, a partir de agora, ter um olhar mais generoso com o outro em meio a estes
tempos conturbados. Para mim, foi um trabalho muito gratificante e é quase como se
tivesse quebrado vários tabus. Eu fui surpreendida, e acho que isso vai acontecer com
as pessoas também. Para mim, o Nosso Lar é um marco para o cinema por esse envolvimento e por essa
seriedade com que o tema está sendo tratado. O filme toca mesmo quem não é
espírita, eu não sou espírita, e eu fiquei completamente tomada pela história desse
homem e pelo que significou Chico Xavier, independente de qualquer religião, ele foi
uma pessoa iluminada.”
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